As peripécias do homem ou não homem, porco.

08/04/2020

O momento é adequado para falar de higiene pessoal pois estamos falando de uma situação de contaminação pelo vírus SARS-CoV-2 que percorreu um longo caminho de adaptação em outros animais hospedeiros até sua transmissão para a espécie humana, pela vulnerabilidade do organismo.

A higiene e a disciplina são elementares para a sociedade organizada que observou que esta condição é prerrogativa para a vida em sociedade.

Então, qual a maior lição aprendida com o COVID-19? Nos deparamos com tantos rumores em relação a higiene que observamos pessoas que nunca deram importância ao assunto fazendo uso de máscaras de proteção e álcool em gel que é normalmente material de trabalho de profissionais da saúde.

Esta é, sem dúvida, uma situação inusitada.

Primeiramente, peço desculpas se você não merece ler este texto. Mas é uma questão de costume até mesmo pelo momento que estamos vivendo em confinamento em razão de um vírus que se espalha na biosfera. Podemos identificá-lo pela forma narcisista de ser: O espírito de porco é o sujeito que não arruma o quarto depois que acorda pois não possui disciplina. É o sujeito que após preparar a "mamadeira" de whey protein, a deposita na pia da cozinha sabendo que alguém vai lavar e reorganizar para ele (a), pode ser a empregada velhinha ou qualquer pessoa da casa. Nada contra aqueles que fazem uso de suplemento proteico mas é um desabafo. É o sujeito que não sabe fazer uma tarefa doméstica organizada. Frequentemente é agressivo, como um animal raivoso e quando a coisa aperta para o lado dele se esconde atrás de uma criança. Isto é um indício de que se pactua com a imundice em casa é indiferente em relação a sociedade.

Bom, os costumes de cada um são pessoais, mas quando atingem mais de uma pessoa sob o mesmo teto ou a sociedade não pode ser admitido como regra. É preciso respeitar o espaço de cada um pois a continuidade da casa é fundamental para a família pois sem a casa não existiria uma família somente a rua.